A Cool cresceu. E o time precisou crescer junto.

Toda agência gosta de mostrar o resultado final.

A campanha que foi lançada.
O branding aprovado.
O vídeo pronto.
O evento acontecendo.
O cliente comemorando.

Só que existe uma parte muito importante que normalmente não aparece no portfólio: as pessoas que tornam tudo isso possível.

Nos últimos meses, os projetos cresceram, a complexidade das demandas aumentou, novos clientes chegaram e a Cool passou a atuar em novos mercados.

Naturalmente, nossa estrutura também precisava evoluir.

E ela evoluiu.

Estratégia agora tem cadeira própria na mesa

Estratégia sempre fez parte da Cool.

Está na nossa origem, inclusive.

Antes de nos tornarmos uma agência completa, começamos como uma consultoria, entrando nas empresas para entender negócios, organizar comunicação e ajudar a tomar decisões.

Com o crescimento da operação, chegou o momento de transformar esse pensamento em uma estrutura ainda mais definida.

A Cool passa a contar com uma área dedicada de Estratégia.

Essa frente existe para ajudar a responder algumas das perguntas que precisam vir antes:

Por que estamos fazendo isso?

Qual problema precisamos resolver?

O que queremos que o mercado perceba?

Como essa ação conversa com o negócio?

Qual caminho faz mais sentido para chegar até lá?

Criatividade continua sendo uma parte essencial do que fazemos.

Agora, ela ganha ainda mais direção.

Mais força para a nossa produção

Outra chegada importante é a do Romero, assumindo a liderança do nosso setor de captação.

A entrada reforça uma área que vem crescendo rapidamente dentro da agência e que ganhou ainda mais relevância com a criação da Anima3D.

Vídeo deixou há bastante tempo de ser apenas um complemento da comunicação. Em 2026, ele ocupa diferentes pontos da jornada B2B, da construção de reconhecimento e confiança à geração de conversões. Dados recentes do LinkedIn mostram justamente essa ampliação do papel do audiovisual ao longo do funil.

Para a Cool, isso significa aumentar nossa capacidade de pensar audiovisual desde o conceito até a execução.

Não apenas “gravar um vídeo”.

Mas dirigir.

Criar linguagem.

Encontrar enquadramentos.

Construir narrativa.

Fazer uma ideia funcionar em movimento.

Novas pessoas, novas referências

O crescimento também chegou aos times de Design e Social Media, que recebem novos profissionais e, junto com eles, novas referências, repertórios e formas de enxergar os projetos.

Isso importa muito para uma agência criativa.

Porque ninguém constrói repertório sozinho.

Uma nova pessoa muda uma reunião.

Muda um brainstorming.

Muda uma referência que alguém ainda não conhecia.

Muda o jeito de resolver um problema.

No final, uma equipe maior não significa apenas maior capacidade de produção.

Significa mais pontos de vista sobre a mesma ideia.

Crescer por crescer nunca foi o objetivo

Existe uma diferença importante entre simplesmente aumentar uma equipe e estruturar uma empresa para o próximo momento.

Nosso crescimento acompanha aquilo que está acontecendo fora das paredes da agência.

Estamos entrando em novos mercados.

Assumindo projetos de branding cada vez maiores.

Conduzindo lançamentos.

Expandindo nossa operação audiovisual.

Criando campanhas que atravessam online e offline.

Atendendo empresas com desafios cada vez mais complexos.

Para fazer tudo isso bem, não basta colocar mais cadeiras no escritório. Precisamos colocar as pessoas certas nelas. E é isso que estamos fazendo.

A Cool está maior.

Mas a parte mais interessante não está no número de pessoas.

Está no que conseguiremos criar quando todas essas pessoas começarem a pensar juntas.

Bem-vindos ao próximo capítulo do time Cool.

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